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A
partir do dia 2 de abril, os médicos do estado de São Paulo terão acesso a uma
ferramenta que emite atestados digitais para seus pacientes.
Segundo
a Associação Paulista de Medicina (APM), além de promover economia de papel, as
versões digitais dos atestados médicos vão dificultar fraudes
no sistema de saúde.
De
acordo com a APM, depois de emitidos, os atestados geram um número, chamado de
"hash". A combinação é única para cada documento e
assegura a
veracidade das informações contidas.
Os atestados podem, então, ser consultados
pelos empregadores no site da APM caso queiram confirmar as
informações.
Para
emitir o atestado online, o médico deverá ter um documento eletrônico de
identidade (e-CPF) e registrar as informações do paciente nos campos indicados
no site da APM. Cada atestado custará R$ 1
para o médico ou instituição em que trabalha. O custo para o paciente é zero,
segundo a associação.
Para
a APM, o atestado vai diminuir o risco dos médicos serem vítimas de fraudadores,
assegurar que os atestados foram emitidos por médicos, minimizando afastamentos
desnecessários de funcionários, e ajudar a evitar que doenças e afastamentos de
empregados sejam contestados ou considerados duvidosos.
O
atestado médico e o de saúde ocupacional poderão ser adquiridos tanto por
médicos que atuam como pessoa física quanto por clínicas e
hospitais.
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